quinta-feira, 8 de março de 2012

REFLEXÃO PEDAGOGICA - A ESCOLHA É NOSSA!!!


PARABÉNS PELA PARTICIPAÇÃO - AÇAO

Professor@s !!! Nas relações pedagogica e em educação só existem realmente duas opções: ou se pensa e se reflete sobre o que se faz e assim se realiza uma ação educativa consciente; ou não se reflete criticamente e opaca o existente na cultura da vida do dia-a-dia – e assim se realiza uma ação educativa com baixo nível de consciência.



PARABÉNS MULHERES DA ESCOLA MARIA CAVALCANTE



Educadoras - Educandas - Comunitária - Todas





Pagar para não trabalhar?

Imaginemos uma situação surrealista: os pais dos alunos, vendo os filhos com um professor muito ruim, decidem pagar o seu salário, para que ele não vá à escola e seja substituído por outro. Esses pais seriam loucos ou irracionais? Pesquisas recentes mostram que, pelo menos nos Estados Unidos, seria um comportamento inteligente. Se os 5% piores professores fossem substituídos por outros, de qualidade média, em seu conjunto, a turma teria salários adicionais de 1,4 milhão de dólares, após sair da escola. O que os pais gastariam pagando esses professores ruins para ficar em casa (cerca de 50000 dólares por ano) é bem menos que esse adicional de renda. Não temos estimativas comparáveis para o Brasil, mas, como aqui os professores ganham menos e a educação aumenta o rendimento financeiro, mais do que nos países industrializados, é provável que fazer esse gasto fosse um negócio ainda melhor. Segundo outra pesquisa, ter um mau professor por três anos causa o mesmo dano que faltar a 40% das aulas.

Diretores habilidosos conseguem infernizar a vida dos seus péssimos professores, até que eles peçam para sair. Isso resolve o problema daquela escola, mas não do sistema, pois esse professor ruim irá para outro estabelecimento. A prefeitura de Nova York tira seus piores professores de sala de aula e coloca todos em um salão enorme, onde eles ficam conversando ou fazendo palavras cruzadas. Diante da impossibilidade legal de despedi-los, é melhor pagar, em vez de deixar que os alunos sejam suas vítimas. Em todo continente é quase impossível despedir professores, mesmo que fraquíssimos. A exceção é Cuba, onde isso acontece com regularidade. Será por isso que Cuba tem a melhor educação da América Latina? É muito mais do que isso, mas ver-se livre dos piores deve ajudar.

É absurdo os secretários de Educação não aproveitarem o período probatório (em geral de dois anos). Nesse prazo, dentro da lei, eles podem não confirmar a contratação dos muito fracos. Pelo que nos dizem os estudos, em um ano é possível identificar os que não têm o perfil requerido para o magistério. Peneirar os mestres é o que faz o sistema privado, sem causar traumas nem

comoções. Por tentativa e erro, os bons vão subindo e recebendo carga horária maior, enquanto os ruins ficam no limbo. Se não melhoram, são dispensados. Não obstante, o privado atrai os melhores professores, pagando mais ou menos o mesmo que o público. Ou seja, o medo de perder o emprego não assusta os bons.

Está enganado quem leu nesses comentários um insulto aos professores. É o oposto, pois eles demonstram a sua importância crítica. Eliminar o joio facilita a missão indispensável de valorizar o trigo, ou seja, quem tenta fazer um trabalho sério. Os professores são maltratados pelo público, por causa de alguns poucos que são fracos, desmotivados ou negligentes, trazendo má reputação à classe. Sem eles, a imagem da profissão seria engrandecida. Surpreende que os sindicatos prefiram apoiar seus membros irresponsáveis ou incompetentes, em vez de permitir sua depuração, valorizando o magistério que eles pretendem representar. E também surpreende que os professores aceitem isso de seus sindicatos.

Mas como poderemos saber quem são os bons e os maus professores? Garantir que conheçam a matéria a ser ensinada é um primeiro passo. Há avanços nas pesquisas, usando métodos de observação em sala de aula, por juízes neutros. Há também estimativas de quanto cada professor contribui para o aprendizado dos seus alunos. Combinando indicadores, reduzimos a margem de erro. Contudo, ainda são medidas imperfeitas. No caso dos professores muito ruins, porém, erraremos bem pouco na sua identificação. Pesquisa recente mostra que os bons diretores reconhecem corretamente os professores bons e os fracos. Os alunos e os outros professores também. Dá para imaginar um técnico de futebol que fica com pena e não tira do time o jogador perna de pau? Será que na educação o futuro dos alunos não deveria vir em primeiro lugar? Por que os mestres devem continuar a ter a sua imagem manchada por culpa de uns poucos? Que direito tem o estado de permitir que a educação seja assassinada por alguns professores reconhecidamente inadequados?



sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Ficha de Cadastro





Solicitação



Solicitamos aos Profissionais da Escola que Preencham a Ficha de Cadastro encaminhada para seu endereço eletrônico (email) e devolva antes de sair de férias , pedimos também que quem ainda não enviou a Avaliação encaminhada por email agilize o envio ou quem ainda não recebeu , procure nos. Agradecemos por sua atenção.


Tenha bom final de semana!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

P A R A B É N S



A aluna Alice Naira Juvêncio dos Santos Pereira , aluna da 6ª série do Ensino Fundamental recebeu a premiação de 1º lugar na OBMEP 2010, nível 1.


Já a aluna Raniele Juvêncio dos Santos Pereira,( irmã de Alice Naira) turma 122 / 2011, foi aprovada para cursar o Ensino Médio na Escola SESI do Rio de Janeiro.


O aluno André Yuri da Silva Gomes, turma 122/2011, foi aprovado e cursará o Ensino Médio Integrado em Redes de Computadores no Instituto Federal de Educação, Ciência & Tecnologia do Amapá (IFAP).


A aluna Elimara Ribeiro da Silva, turma 122/2011 também foi aprovada no IFAP e cursará Ensino Médio Integrado em Edificações.


O professor Luiz Valber Rios Arcanjo(matemática) foi aprovado e cursará Mestrado na UNIFAP.


                      A todos vocês nossos parabéns!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Temos que re/configurar nossa escola; para uma escola Amorosa!

Professor@!

Sei que viver/conviver em uma escola, um bairro, uma cidade, um estado, um país... E até no Planeta, poderia ser bem melhor, se acontecesse isto, ou aquilo... Sei que muitas águas já rolaram efetivamente no trabalho pedagógico escolar, muitas ainda vão rolar «eu sei» acaba virando confusão, mal-entendido, a ponto de fazer com que muitos e a gente mesmo, esqueça que a construção de um projeto pedagógico «como ele deveria ser» teve sua gênese na projeção da escola e não acaba nunca, e quanto mais violência, mais conflito gera no seu entorno, mas nós nos solidificamos sinergeticamente ao projeto, como verdadeiros gestores, construtores, lapidadores de uma preciosa obra de vida.

O que se passa/pratique no ambiente escolar, legitima o dia-a-dia, o fazer comunitário, e descobre-se que todas as diferentes perspectivas se inter-relaciona, se amplia em diversas direções. Por tanto, somos todos responsáveis na iluminação do corpo, da casa. Assim, podemos nos aproximar da perfeição projetada/sonhada/vislumbrada... De um mundo diferente/melhor.

Professor@!

- Sejamos equinócio na/da vida, ao iluminarmos dois hemisférios ao mesmo tempos/instante...

- Transformaremos escolas em moradas tépidas, aconchegante e iluminada onde as pessoas se sintam recebidos, respeitados, abraçados, afagados, igualitários.

Não esqueça 27, 28/02 - Planejamento Pedagógico

Waldemir Sussuarana

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

AVALIAÇÃO

Olá Professor@

Uma escola que queira refletir e aprimorar seu fazer pedagógico necessita, prioritariamente, conhecer suas dificuldades, deficiências, seus próprios atributos para que possa potencializar sua capacidade endógena minimizando seus pontos negativos e fortalecendo os pontos positivos.

O grande objetivo da pesquisa é nos permitir elucubrar uma avaliação de como somos e/ou estamos em nossos fazeres/práxis através de nossa própria opinião (Clareza coletiva de rumos). As informações comporão a elaboração coletiva de planos de aperfeiçoamento, permitindo a potencialização qualitativa do trabalho oferecido pela Escola Maria Cavalcante.

A participação de todos os docentes através deste questionário será fundamental, dada à posição relevante ocupada por você na escola, sua opinião é essencial.

O questionário é inominado.

A avaliação encontra-se disponível em seu e-mail e/ou na direção!!!!

Não há respostas corretas ou erradas no questionário, somente a necessidade da sua idéia sincera e genuína. Insistimos para que você não deixe qualquer pergunta sem responder.

Muito obrigado pela sua participação!


Unidos na Construção de uma escola com/para tod@s

FICHA TÉCNICA DO IPÊ-ROSA

  FICHA TÉCNICA DO IPÊ-ROSA  O IPE-ROSA: É uma árvore nativa do Brasil ocorre em diversos biomas, como mata atlântica, cerr...